quinta-feira, junho 05, 2008

OLHA QUE TRÊS



Hermínio sai em silêncio depois de reunião com Pinto Monteiro


O presidente da Liga, Hermínio Loureiro, esteve hoje reunido com o Procurador-Geral da República (PGR), Pinto Monteiro, e saiu do encontro sem prestar declarações. Hermínio Loureiro chegou ao edifício da Procuradoria-Geral pouco antes das 11 horas e saiu após uma hora de reunião, que contou igualmente com a participação do presidente da Comissão Disciplinar (CD) da Liga, Ricardo Costa. A audiência foi solicitada pelo organismo que rege os campeonatos profissionais de futebol a 19 de Maio, após terem sido conhecidos os veredictos do processo “Apito Final”, resultante de certidões extraídas do processo “Apito Dourado”, que decorre na justiça comum. Após o encontro, Hermínio Loureiro não se mostrou disponível para falar à comunicação social.
O que estarão a preparar estes três ou quatro, sim porque faltou mencionar a Morgada. Manobras de gabinete no sentido de montar mais estratégias para condenar inocentes, promuscuidades do ORELHAS.
Nunca me enganaram estes suportes lampeões.
VJ

quarta-feira, junho 04, 2008

ESPERAVA-SE ISTO



Esperava-se que em 1ª estancia a UEFA decidisse contra o FCP a entrada que o Clube garantiu por direito próprio na Liga dos Campeões 2008/2009.

Vamos concerteza recorrer e vai ser concertaza reposta a verdade desportiva.

A UEFA não perdoa, mas não pode ter dualidades de critérios, mesmo quando são envenenados por energumenos que não conseguindo ganhar o direito dentro das quatro linhas, cavam tunéis para o conseguir por via administrativa.

Pode-se hoje chegar à conclusão que FPF, SLL (sport lisboa e lampeões) e LPFP tramaram, porque o seu objectivo era esse, o FCP.

Tinha razão o Orelhudo quando em vez de apostar numa equipa forte, apostou antes nas estruturas como a FPF e a LPFP e não a perdeu quando apostou no Procuradoria Geral da Republica ao conseguir a nomeação de uma magistrada guardada numa estante á anos.

Eu julgo que um dia a verdade vai ser reposta e os pulhas que se prestaram a efectuar estes servicinhos vão pagar.

VJ

HIPOCRITA


Gilberto Madaíl pede à UEFA justiça para o FC Porto igual à aplicada a italianos no "CalcioCaos"
Primeiro permite que a FPF envie um relatório para a UEFA elaborado por lampeões e agora que está a ver os casos mal parados pede igualdade de tratamentos.
Porco, estás a mais no futebol.
VJ

domingo, junho 01, 2008

MAIS UM QUE SAI

Mais um que sai, que nunca devia ter entrado.
Boa politica do clube de fazer sair do Clube activos não rentáveis e Helder Postiga sem dúvida não era rentavel para o Clube, que o diga José Mourinho que na primeira oportunidade se livrou dele.

Foi-se, que seja muito infeliz onde quer que pare.

Eu não sou hipocrita, esse atleta NUNCA devia ter jogado no FCP, não tem garra, nem estatuto para representar um Clube como o Futebol Clube do Porto.

VJ

SÓ FALTAVA ESTA


Definitivamente perdi a confiança nos politicos portugueses.
Só me faltava esta.
VJ

Federação Portuguesa trama F. C. Porto na UEFA

A forma como a Federação Portuguesa de Futebol apresentou à UEFA as decisões do acordão da Comissão Disciplinar da Liga, que condenou o F. C. Porto e Pinto da Costa no âmbito do processo Apito Final, poderá servir para ajudar o organismo que tutela o futebol europeu a impedir o clube do Dragão de participar na Liga dos Campeões.
O JN teve acesso ao documento enviado no dia 15 de Maio aos serviços jurídicos da UEFA, assinado por João Leal, director do departamento jurídico da FPF, que o F. C. Porto classifica de tendencioso.
No documento, pode ler-se que a SAD portista foi considerada culpada de cometer "a infracção disciplinar muito grave de 'corrupção da equipa de arbitragem', surgindo só a seguir no texto que tal se verificou na "forma tentada", e o mesmo se escreve em relação ao presidente da SAD azul e branca.
O documento termina com a informação à UEFA de que o F. C. Porto não apresentou recurso da decisão e que apenas Pinto da Costa o fez, mas omite que, em caso de sucesso no recurso do presidente da SAD, o Conselho de Justiça da FPF reverterá a decisão da Liga.
O facto de a federação não ter contactado o F. C. Porto antes de informar a UEFA, optando por não defender um associado, como é normal acontecer neste tipo de situações, está a revoltar os responsáveis portistas, que vão pedir responsabilidades à FPF e colocam mesmo a hipótese de exigir uma indemnização à instituição presidida por Gilberto Madail, caso o Conselho de Justiça venha a dar razão a Pinto da Costa.

Mais uns cabrões ao serviço da lampionagem.

VJ

VJ

NOTICIAS DA SELECÇÃO PORTUGUESA



Scolari: «Alguns ficaram chateados porque não iniciaram o jogo»


SELECCIONADOR VAI CONVERSAR COM GRUPO AO LONGO DA SEMANA


O que esperavam os portugueses?
Já ninguém joga pela camisola, ou então muitos poucos o fazem.

VJ

É FÁCIL SAIR

QUARENTA MILHÕES E BON VOYAGE

Só fazem falta os que ficam e os que sentem a camisola.

VJ


sábado, maio 31, 2008

EURO 2008

Acredito que quem esteja fora de Portugal, a saudade toma lugar nos corações e sintam orgulho no seu País e na sua Selecção.

Eu nunca tive espirito da aventura e o apoio á Selecção de Futebol fui deixando de o dar a partir do momento em que reparei que os eventos desportivos onde elas se inserem é uma montra de vaidades onde se pensa em tudo menos em jogar.

No Euro 2008, vou ver possivelmente o Cristiano Ronaldo mais preocupado se vai para o Real Madrid ou se fica no Manchester, vou ver o Quaresma mais preocupado em se mostrar para piscar o olho às grandes equipas Europeias do que provar em campo que é o maior. Vou ver o Nani armado em estrela a prejudicar a equipa, vou ver uma aposta em jogadores sem pernas como o Petit, vou talvez ver mais uma vez os erros de Scolari na constituição das equipas e vou ver o chauvinismo de Madail.

Enfim vou ver a selecção jogar, mas vou ser isento e tanto se me dá que ganhem ou percam, porque eu não posso fazer nada contra o que se passa na selecção, depois do Euro 2004 em que não aproveitamos o factor casa, vamos concerteza a ser a selecção dos craques, mas sem espirito de equipa.

VJ

AINDA A SUSPENÇÃO DE PINTO DA COSTA

Catedrático de Coimbra arrasa suspensão de Pinto da Costa


Em causa está o caso em que Pinto da Costa foi condenado a dois anos de suspensão pela Comissão Disciplinar da Liga (CD), no âmbito do processo Apito Final.
O JN teve acesso a um dos quatro pareceres pedidos pelos portistas a alguns dos mais conceituados especialistas jurídicos portugueses, assinado por Manuel da Costa Andrade, professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, concluindo-se que a estratégia dos dragões para conseguir a absolvição do presidente da SAD assenta em três aspectos fundamentais: a impossibilidade de utilização de escutas telefónicas num processo disciplinar desportivo; a falta de credibilidade das declarações de Carolina Salgado, num contexto de comprometimento com a perseguição ao arguido;a fragilidade do acordão da CD da Liga que serviu para condenar Pinto da Costa.
Ricardo Costa, presidente da CD e professor assistente na mesma Faculdade em que Manuel da Costa Andrade é catedrático, é especialmente visado no parecer, acusado de ter condenado o presidente do F. C. Porto "sem provas susceptíveis de sustentar, no respeito pelos princípios constitucionais do princípio 'in dubio pro reu', a imputação ao arguido de qualquer facto ilícito, disciplinar ou outro".
As críticas a Ricardo Costa são particularmente duras, entendendo-se no parecer que o acordão da Liga valorou o princípio da presunção de culpa, e não o da presunção de inocência. "Na certeza de que julgar é um exigente exercício de renúncia e despojamento e não a gratificante e narcisista exibição de troféus de caça, sob os holofotes a aureolar um inebriante e 'inesquecível' momento de glória", escreve Manuel da Costa Andrade, referindo-se à conferencia de imprensa em que o presidente da CD da Liga anunciou a condenação de Pinto da Costa. "Já causa mais angústia e quase arrepio a serenidade autocomplacente com que se argumenta que os arguidos não podem negar a existência das conversas interceptadas. Para evitar lastros desproporcionados de hipérbole, limitar-nos-emos ao mínimo
.
E a lembrar que aí está uma afirmação que os Torquemadas da Inquisição não desdenhariam. Também eles fizeram história (triste) sobre a tranquilidade e a serenidade de que os acusados, afinal, não podem negar a existência das conversas", acrescenta o catedrático, num ataque cerrado a Ricardo Costa.
Este parecer, já enviado ao Conselho de Justiça da FPF, juntamente com outro assinado por Damião Cunha, professor de Direito do Processo Penal da Faculdade de Direito do Porto, a que se juntarão mais dois a enviar nos próximos dias, pretende desmontar o acordão, argumentando que, sem a possibilidade de utilização de escutas, restavam à CD as declarações de Carolina Salgado para chegar a uma condenação de Pinto da Costa.
Relativamente à impossibilidade de utilização das escutas telefónicas, Manuel da Costa Andrade escreve que o processo disciplinar da Liga "consegue pela porta de trás o que a Constituição lhe veda pela porta da frente, subvertendo o direito processual penal, degradando-o de um ordenamento preordenado à protecção de direitos fundamentais, num entreposto de contrabando de escutas para o processo disciplinar, e fugindo à vigilância da Constituição da República".
Sobre Carolina Salgado, lê-se no parecer que "não tendo esse depoimento sido controlado pela defesa nem corroborado por outras provas, a sua credibilidade é nula.
A sua valoração seria ilegal e inconstitucional". "Retiradas as escutas, todo o edifício probatório da CD fica suspenso e preso pelo fio das declarações de Carolina Salgado. Um fio, por sua vez, muito ténue, mesmo irrelevante, sobretudo se desguarnecido da indispensável corroboração que só as excutas poderiam assegurar", diz o catedrático.


In JN de 31/05/2008



Mais do que a Justiça, alguns vendidos estão cegos, falta saber quem os cegou ou quem lhes prometeu o céu para condenar o Futebol Clube do Porto e o seu Presidente Pinto da Costa.

VJ