terça-feira, setembro 06, 2005

NAVAL 2 - FUTEBOL CLUBE DO PORTO 3

Depois da desilusão da primeira jornada, nada como esperarmos ansiosamente a segunda, o primeiro jogo do FCP fora de portas depois de uma primeira jornada atrapalhada e de jogo sem nexo, esperava-se muito melhor, afinal as promessas de Co Addrianse ainda se mantinham.

Gostei de toda a equipa um ou outro abaixo uns pontitos, mas não comprometendo tudo acaba por correr bem.

GOSTEI:

César Peixoto pelos 2 golos marcados e pelo seu desempenho ao longo do jogo.
Hugo Almeida pela calma com que marcou o golo da vitória
Diego que não sendo um Deco, caminha a largos passos para fazer coisa bonitas
Ibson a voltar para o seu lugar e que o perdeu não sei como.
Ricardo Quaresma da forma como entrou em jogo e pelo passe ao Hugo Almeida
Os restantes iguais a si mesmos, lutaram, lutaram .

Nota-se garra, ambição, joga-se á Porto, adivinha-se uma época ao seu mais alto nível, eu diria mais a jogarmos assim: ESTE ANO VAMOS SER CAMPEÕES


VJ

MOVIMENTO 560

Existe uma organização em Portugal chamada MOVIMENTO 560, embora desconhecendo os seus propósitos li este artigo e gostei,temos de apoiar a produção e os artigos portugueses, temos enfim de fazer o que já fazem e muito bem os restantes paises da Europa, xenófobo? Não!!!! Português.



É necessário apoiar a produção nacional! É fundamental
Os portugueses vivem hoje, num clima de crise, desde o desemprego, à nossa fraca economia
é certo que quem mais sofre somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grave situação. Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato pode vir, a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. Tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo e, desta forma, somos levados, a comprá-los. Mas, quando o fazemos, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações desses fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, a tirar postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.


Produtos portugueses? E Como é que eu sei quais eles são?
É simples, bastante simples. Antes demais, existem dois aspectos a distinguir: existem marcas portuguesas e produtos portugueses.

Marcas portuguesas, como o nome indica, são marcas de carácter nacional, com origem e produção no nosso país (exemplos: Sumol, Compal, Mimosa, Nobre, Critical Software)

Produtos portugueses, são produtos fabricados em Portugal por marcas nacionais, multinacionais ou mesmo internacionais, mas são produtos feitos com mão de obra nacional, que contribuem superiormente para o nossa economia e para o emprego no nosso país.


E na hora de escolher, como é que devo agir? Que atitude?
Bem, na hora de escolher, é bastante fácil tomar uma atitude correcta: procure no produto, o código de barras e verifique se ele começa por 560, seguidamente confirme na embalagem a origem do produto. Todos os produtos portugueses começam por 560 no código de barras. Posteriormente poderá ter em conta se a marca é nacional ou não e, claro, a qualidade e preço do produto. Atenção: existem algumas empresas portuguesas (produtos portugueses) que possuem códigos de barras proprietários, o que significa que são produtos portugueses que não têm o código 560, no entanto os códigos proprietários "costumam" ter um formato diferente (não têm 13 dígitos), existe também o caso dos produtos de peso e quantidade variável, por isso informe-se sempre antes comprar. Para uma total garantia de que seja um produto nacional verifique sempre na embalagem ou na informação do produto, o local de fabrico ou de origem. Seguem-se em exemplo os modelos dos códigos de barras de formato EAN 13 (formato padrão/13 dígitos):




Divulgue, mude os seus hábitos, ajude, tome uma atitude!
Fale com os seus amigos acerca deste assunto, divulgue o Movimento 560 no seu local/site através dos painéis de divulgação, ponha um cartaz na sua loja/empresa, mande uma msg, mande esta mensagem por correio electrónico, por fax, mas acima de tudo, mude de atitude. Todos nós agradecemos. Um pequeno gesto, uma grande atitude... Compre produtos portugueses!

in movimento 560

FUTEBOL CLUBE DO PORTO 1 - ESTRELA DA AMADORA 0

Depois de meses a ouvir, sem ver vamos acreditando que algo mudou no meu clube, já várias vezes aqui disse que o mal dos outros posso eu bem, porque me passam ao lado, mas no meu estive nestes quase 3 meses de paragem atento ao que o nosso treinador Co Addrianse, foi dizendo e também ao que foi fazendo.

Por isso as expectativas eram grandes, a promessa do treinador que o FCP ia jogar ao ataque e com sentido no espectáculo de modo a que a massa adepta saísse satisfeita do Estádio do Dragão era motivo para regozijo.

Ver o primeiro jogo esta época no Dragão era por isso colocar a fasquia alta demais, porque promessas são promessas e há que a cumprir.

GOSTEI:

De alguns jogadores e da sua atitude em campo.

NÃO GOSTEI:

Do aquecimento antes do jogo, que raio de aquecimento é aquele?
Definitivamente de Ricardo Costa
De Hélder Postiga pouco pressionante, neste momento nem é queijo, nem pão.

Jogo muito complicado, Estrela de Amadora dominado, mão não espartilhado, pressão alta não existiu, laterais fracos e grande susto quando equipa do FCP jogou com 3 centrais, eu diria é complicado jogar nesta equipa com 3 centrais.

Golo de oportunidade de Ricardo Costa, mas deste jogador foi só isso de bom, porque o resto foi abaixo do nível dos restantes jogadores.

VJ

segunda-feira, agosto 22, 2005

A MANIA DAS GRANDEZAS, NUMA ALTURA DE POBREZA

Habituei-me a ler os artigos de opinião de Miguel Sousa Tavares, mas mais dos politicos, este está cinco estrelas e merece ser lido:

Um crime na Ota
Miguel Sousa Tavares


Luís Campos e Cunha foi a primeira vítima a tombar em virtude desses crimes em preparação que se chamam aeroporto da Ota e TGV. Não se pode pedir a alguém que vem do mundo civil, sem nenhum passado político e com um currículo profissional e académico prestigiado que arrisque o seu nome e a sua credibilidade em defesa das políticas financeiras impopulares do Governo e que, depois, fique calado a ver os outros a anunciarem a festa e a deitarem os foguetes.
Não se pode esperar que um ministro das Finanças dê a cara pela subida do IVA e do IRS, pelo aumento contínuo dos combustíveis e pelo congelamento de salários e reformas, que defenda em Bruxelas a seriedade da política de combate ao défice do Estado, e que, a seguir, assista em silêncio ao anúncio de uma desbragada política de despesas públicas à medida dos interesses dos caciques eleitorais do PS, da sua clientela e dos seus financiadores.
O afastamento do ministro das Finanças e a sua substituição por um homem do aparelho socialista é mais do que um momento de descredibilização deste Governo, de qualquer Governo.
É pior e mais fundo: é um momento de descrença, quase definitiva, na simples viabilidade deste país. É o momento em que nos foi dito, para quem ainda alimentasse ilusões, que não há políticas nacionais nem patrióticas, não há respeito do Estado pelos contribuintes e pelos portugueses que querem trabalhar, criar riqueza e viver fora da mama dos dinheiros públicos; há, simplesmente, um conúbio indecoroso entre os dependentes do partido e os dependentes do Estado.
Quando oiço o actual ministro das Obras Públicas - um dos vencedores deste sujo episódio - abrir a boca e anunciar em tom displicente os milhões que se prepara para gastar, como se o dinheiro fosse dele, dá-me vontade de me transformar em "off-shore", de desaparecer no cadastro fiscal que eles querem agora tornar devassado, de mudar de país, de regras e de gente.
Há anos que vimos assistindo, num crescendo de expectativas e de perplexidade, ao anunciar desses projectos megalómanos que são o TGV e o aeroporto da Ota. O mesmo país que, paulatinamente e desprezando os avisos avulsos de quem se informou, foi desmantelando as linhas-férreas e o futuro do transporte ferroviário, os mesmos socialistas que, anos atrás, gastaram 120 milhões de contos no projecto falhado dos comboios pendulares, dão-nos agora como solução mágica um mapa de Portugal rasgado de TGV de norte a sul.
Mas a prova de que ninguém estudou seriamente o assunto, de que ninguém sabe ao certo que necessidades serão respondidas pelo TGV, é o facto de que, a cada Governo, a cada ministro que muda, muda igualmente o mapa, o número de linhas e as explicações fornecidas.
E, enquanto o único percurso que é economicamente incontestável - Lisboa-Porto - continua pendente de uma solução global, propõe-nos que concordemos com a urgência de ligar Aveiro a Salamanca ou Faro a Huelva por TGV (quantos passageiros diários haverá em média para irem de Faro a Huelva - três, cinco, sete mais o maquinista?).
Quanto ao aeroporto da Ota, eufemisticamente baptizado de Novo Aeroporto Internacional de Lisboa, trata-se de um autêntico crime de delapidação de património público, um assalto e um insulto aos pagadores de impostos. Conforme já foi suficientemente explicado e suficientemente entendido por quem esteja de boa-fé, a Ota é inútil, desnecessário e prejudicial aos utentes do aeroporto de Lisboa.
E, como o embuste já estava a ficar demasiadamente exposto e desmascarado, o Governo Sócrates tratou de o anunciar rapidamente e em definitivo, da forma lapidar explicada pelo ministro das Obras Públicas: está tomada a decisão política, agora vamos realizar os estudos.
Mas tudo aquilo que importa saber já se sabe e resulta de simples senso comum:
- basta olhar para o céu e comparar com outros aeroportos para perceber que a Portela não está saturada, nem se vê quando o venha a estar, tanto mais que o futuro passa não por mais aviões, mas por maiores aviões;
- em complemento à Portela, existe o Montijo e, ao lado dela, existe uma outra pista, já construída, perfeitamente operacional e que é uma extensão natural das pistas da Portela, que é o aeroporto militar de Alverca - para onde podem ser desviadas todas as "low cost", que não querem pagar as taxas da Portela e menos ainda quererão pagar as da Ota;- porque a Portela não está saturada, aí têm sido gastos rios de dinheiro nos últimos anos e, mesmo agora, anuncia-se, com o maior dos desplantes, que serão investidos mais meio bilião de euros, a título de "assistência a um doente terminal", enquanto a Ota não é feita;
- os "prejuízos ambientais", decorrentes do ruído que, segundo o ministro Mário Lino, afectam a Portela são uma completa demagogia, já que pressupõem não prejuízos actuais, mas sim futuros e resultantes de se permitir a urbanização na zona de protecção do aeroporto;

- a deslocação do aeroporto de Lisboa para cerca de 40 quilómetros de distância retirará à cidade uma vantagem comercial decisiva e acrescentará despesas, consumo de combustíveis, problemas de trânsito na A1 e perda de tempo à esmagadora maioria dos utentes do aeroporto, com o correspondente enriquecimento dos especuladores de terrenos na zona da Ota, empreiteiros de obras públicas e a muito especial confraria dos taxistas do aeroporto.
O negócio do aeroporto é tão obviamente escandaloso que não se percebe que os candidatos à Câmara de Lisboa não façam disso a sua bandeira de combate eleitoral e que, à excepção de Carmona Rodrigues, ainda nem sequer se tenham manifestado contra. Carrilho já se sabe que não pode, sob pena de enfrentar o aparelho socialista e os interesses a ele associados, mas os outros têm obrigação de se manifestarem forte e feio contra esta coisa impensável de uma capital se ver roubada do seu aeroporto para facilitar negócios particulares outorgados pelo Estado.
A Ota e o TGV, que fizeram cair o ministro Campos e Cunha, são um exemplo eloquente daquilo que ele denunciou como os investimentos públicos sem os quais o país fica melhor.
Como o Alqueva, à beira de se transformar, como eu sempre previ, num lago para regadio de campos de golfe e urbanizações turísticas, ou os pendulares do ex-ministro João Cravinho, ou os estádios do Euro, esse "desígnio nacional", como lhe chamou Jorge Sampaio, e tão entusiasticamente defendido pelo então ministro José Sócrates. Os piedosos ou os muito bem intencionados dirão que é lamentável que não se aprenda com os erros do passado. Eu, por mim, confesso que já não consigo acreditar nas boas intenções e nos erros de boa-fé. Foi dito, escrito e gritado, que, dos dez estádios do Euro, não mais de três ou quatro teriam ocupação ou justificação futura.
Não quiseram ouvir, chamaram-nos "velhos do Restelo" em luta contra o "progresso". Agora, os mesmos que levaram avante tal "desígnio nacional", olham para os estádios de Braga, Bessa, Aveiro, Coimbra, Leiria e Faro, transformados em desertos de betão e num encargo camarário insustentável, e propõem-nos um TGV de Faro para Huelva e um inútil aeroporto para servir pior os seus utilizadores, e querem que acreditemos que é tudo a bem da nação?

Não, já não dá para acreditar. O pior que vocês imaginam é mesmo aquilo que vêem. Este país não tem saída. Tudo se faz e se repete impunemente, com cada um a tratar de si e dos seus interesses, a defender o seu lobby ou a sua corporação, o seu direito a 60 dias de férias, a reformar-se aos 50 anos ou a sacar do Estado consultorias de milhares de contos ou empreitadas de milhões. E os idiotas que paguem cada vez mais impostos para sustentar tudo isto. Chega, é demais!

A INDUSTRIA DOS INCÊNDIOS




Chegou-me às mãos via internet, este artigo de José Gomes Ferreira, sem plagiar, porque o artigo é e será sempre dele e por ser pertinente acho que nos devemos debruçar e se possivel corrigir a situação dos incêndios, custa-me a acreditar nisto, mas a verdade é que as coisas estão a acontecer, o ano passado o Sul e o Cento do País foi martirizado, este ano a zona Norte tem sido castigada, é caso para perguntar onde estão as zonas verdes de Portugal.

Para quando em Portugal um investimento sério, nesta área?


A evidência salta aos olhos: o país está a arder porque alguém quer que ele arda. Ou melhor, porque muita gente quer que ele arda. Há uma verdadeira indústria dos incêndios em Portugal. Há muita gente a beneficiar, directa ou indirectamente, da terra queimada.

Oficialmente, continua a correr a versão de que não há motivações económicas para a maioria dos incêndios. Oficialmente continua a ser dito que as ocorrências se devem a negligência ou ao simples prazer de ver o fogo. A maioria dos incendiários seriam pessoas mentalmente diminuídas.

Mas a tragédia não acontece por acaso. Vejamos:

1 - Porque é que o combate aéreo aos incêndios em Portugal é TOTALMENTE concessionado a empresas privadas, ao contrário do que acontece noutros países europeus da orla mediterrânica?

Porque é que os testemunhos populares sobre o início de incêndios em várias frentes imediatamente após a passagem de aeronaves continuam sem investigação após tantos anos de ocorrências?

Porque é que o Estado tem 700 milhões de euros para comprar dois submarinos e não tem metade dessa verba para comprar uma dúzia de aviões Cannadair?

Porque é que há pilotos da Força Aérea formados para combater incêndios e que passam o Verão desocupados nos quartéis?

Porque é que as Forças Armadas encomendaram novos helicópteros sem estarem adaptados ao combate a incêndios? Pode o país dar-se a esse luxo?

2 - A maior parte da madeira usada pelas celuloses para produzir pasta de papel pode ser utilizada após a passagem do fogo sem grandes perdas de qualidade. No entanto, os madeireiros pagam um terço do valor aos produtores florestais. Quem ganha com o negócio? Há poucas semanas foi detido mais um madeireiro intermediário na Zona Centro, por suspeita de fogo posto. Estranhamente, as autoridades continuam a dizer que não há motivações económicas nos incêndios...

3 - Se as autoridades não conhecem casos, muitos jornalistas deste país, sobretudo os que se especializaram na área do ambiente, podem indicar terrenos onde se registaram incêndios há poucos anos e que já estão urbanizados ou em vias de o ser, contra o que diz a lei.

4 - À redacção da SIC e de outros órgãos de informação chegaram cartas e telefonemas anónimos do seguinte teor: "enquanto houver reservas de caça associativa e turística em Portugal, o país vai continuar a arder". Uma clara vingança de quem não quer pagar para caçar nestes espaços e pretende o regresso ao regime livre.

5 - Infelizmente, no Norte e Centro do país ainda continua a haver incêndios provocados para que nas primeiras chuvas os rebentos da vegetação sejam mais tenros e atractivos para os rebanhos. Os comandantes de bombeiros destas zonas conhecem bem esta realidade.

Há cerca de um ano e meio, o então ministro da Agricultura quis fazer um acordo com as direcções das três televisões generalistas em Portugal, no sentido de ser evitada a transmissão de muitas imagens de incêndios durante o Verão. O argumento era que, quanto mais fogo viam no ecrã, mais os incendiários se sentiam motivados a praticar o crime...

Participei nessa reunião. Claro que o acordo não foi aceite, mas pessoalmente senti-me indignado. Como era possível que houvesse tantos cidadãos deste país a perder o rendimento da floresta - e até as habitações - e o poder político estivesse preocupado apenas com um aspecto perfeitamente marginal?

Estranhamente, voltamos a ser confrontados com sugestões de responsáveis da administração pública no sentido de se evitar a exibição de imagens de todos os incêndios que assolam o país.

Há uma indústria dos incêndios em Portugal, cujos agentes não obedecem a uma organização comum mas têm o mesmo objectivo - destruir floresta porque beneficiam com este tipo de crime.

Estranhamente, o Estado não faz o que poderia e deveria fazer:

1 - Assumir directamente o combate aéreo aos incêndios o mais rapidamente possível. Comprar os meios, suspendendo, se necessário, outros contratos de aquisição de equipamento militar.

2 - Distribuir as forças militares pela floresta, durante todo o Verão, em acções de vigilância permanente. (Pelo contrário, o que tem acontecido são acções pontuais de vigilância e combate às chamas).

3 - Alterar a moldura penal dos crimes de fogo posto, agravando substancialmente as penas, e investigar e punir efectivamente os infractores

4 - Proibir rigorosamente todas as construções em zona ardida durante os anos previstos na lei.

5 - Incentivar a limpeza de matas, promovendo o valor dos resíduos, mato e lenha, criando centrais térmicas adaptadas ao uso deste tipo de combustível.

6 - E, é claro, continuar a apoiar as corporações de bombeiros por todos os meios.

Com uma noção clara das causas da tragédia e com medidas simples mas eficazes, será possível acreditar que dentro de 20 anos a paisagem portuguesa ainda não será igual à do Norte de África. Se tudo continuar como está, as semelhanças físicas com Marrocos serão inevitáveis a breve prazo.

José Gomes Ferreira

HAHAHAHAHAHAHAHA

Já aqui me pronunciei sobre a possivel candidatura de Mário Soares, perante isso acabo de receber um pequeno apontamento que pela sua oportunidade achei muita graça.

Animado pelo anúncio da recandidatura de Mário Soares à Presidência da República, o nosso querido Eusébio já confirmou o seu regresso à Selecção.
Por seu turno, António Calvário começou a ensaiar o tema que vai levar ao Festival da Eurovisão de 2006.
No caso de Rosa Mota, a atleta portuense reconheceu não ter tempo para se preparar devidamente para os Jogos Olímpicos, a disputar em Pequim, em 2008, pelo que resolveu adiar o seu regresso para os Jogos de Paris, em 2012, onde participará na Maratona.


VJ

segunda-feira, agosto 15, 2005

NORTE BUS





O João Felgueiras e o Francisco não faziam parte do rol dos meus amigos, um dia apareceram na ml dos U2 a oferecerem lugares do autocarro que mais tarde nos levaria a Lisboa ao concerto dos U2 e o qual seria baptizado com o nome de Norte Bus.

Quando o esperado transporte chegou á Avenida dos Aliados, saíram 2 jovens que irradiavam alegria e vivacidade, iriam ser a minha companhia nesse dia, iria ser o Francisco que nos serviria de guia pelo complexo de Alvalade, seria o Francisco que escolheria o local do almoço, seria o Francisco que nos orientava já dentro do Alvalade XXI, o Francisco é Leão e estuda direito em Lisboa mas é de Esposende, quanto ao João Felgueiras a sede da aventura tornou-o ansioso, mas sempre prestável, preocupado com o bem estar de quem com ele andava por aquele calor infernal, estudante de Electrotecnia na FEUP e também de Esposende.

Gostei do dia, não pude passar com os meus filhos porque aquela hora já estavam na fila para o relvado e estavam inacessíveis, mas passei-o com estes dois jovens mais a irmã do Francisco, jovem bonita e simpática e passei muito bem, jamais esquecerei a simpatia, serão meus amigos para sempre, para eles o meu abraço e que tenham tudo de bom na vida.

Não queria também deixar de cumprimentar todos U2nianos, que connosco conviveram neste dia, havia defacto alguma coisa que nos unia, o gosto pelos U2, conviver com eles facilitou em muito a nossa viagem.

Espero ansiosamente a presença de todos nos jantares da Cu2N, para aí recordarmos este abençoado dia.

VJ

O DIA U2




Depois de tantos meses de espera o dia D chegou finalmente, ia ver pela 2ª vez a banda que me habituei a ouvir ao longo dos anos em casa.

Isto é um risco que se corre, comigo algumas das coisas que eu gosto foram-me transmitidas pelo meu filhos no caso dos U2 o Vítor Jobling encarregou-se de me virar a cabeça, no entanto de cabeça virada fiquei definitivamente em 2001, quando vi o concerto ao vivo na Dinamarca Elevation, marcou-me e por isso era com expectativa que eu esperava por este acontecimento.

Os fans prepararam-se para os receber e para marcar também a banda com o seu apoio e conseguiram-no, desde o inicio até ao fim o apoio total, a emotividade fez e eu reparei na satisfação de Bono, a alegria de Edge a força de Larry e o à vontade de Adam, posso dizer e não me engano que os rapazes elegeram Portugal como o seu concerto mais forte e emocional de toda a tournée.

Hoje recordo já com saudade os momentos de boa música e de vibração de toda um conjunto de gente que se deslocou a Alvalade XXI, fossem eles fans ou não dos U2.

A U2Portugal, a U2dot e a U2pt, estão de parabéns, porque ao longo destes meses de espera organizaram-se para proporcionarem a todos os fans, momentos que dificilmente poderão ser repetidos, ficará no entanto a alegria do dever cumprido e a tristeza porque esse tempo durou a chegar, mas quando chegou passou rapidamente.

Desde o Tour Bus até ao diário no Correio da Manhã, tudo serviu para os fans que não foram a Barcelona e Madrid, se mantivessem informados.

Aos responsáveis pelos 3 sites, os meus parabéns, estão cansados mas são reconhecidos pela globalidade dos fans como incansáveis, agora os guerreiros podem descansar com um sorriso nos lábios porque venceram e convenceram.

Fico á espera de mais, porque a tournée ainda não acabou.

VJ

terça-feira, agosto 09, 2005

MÁRIO SOARES A PRESIDENTE? NÃO!!!!!!!!!!!!!!!




Depois de uma vida na clandestinidade destinada á politica, primeiro perseguido, depois de uma clandestinidade feliz em França e uma intervenção politica importante em Portugal pós 25 de Abril de 1974, onde desde deputado a Presidente da Republica tudo conseguiu e depois de ter anunciado a sua retirada da politica activa, eis que Mário Soares todos surpreendeu ao pretender candidatar-se de novo ao maior cargo político deste Pais.

Eu não tenho nada contra, mas é estranho que uma pessoa que se retira da politica de um momento para o outro se candidate a Presidente da Republica.

Eu não tenho nada contra, mas devia deixar a politica para os políticos activos.

Eu não tenho nada contra, a não ser que embora lhe tenha dado o meu voto sempre que ele se candidatou, desta vez vou entregá-lo a outro ou então no mínimo abstenho-me de votar.

Por favor Dr. Mário Soares, não divida o povo, deixe-nos em paz, a vida está difícil demais para aturar estas situações e depois aguentar Jorge Sampaio, já foi um sacrifício.

VJ

domingo, agosto 07, 2005

TOUR BUS






Habitualmente todas as primeiras 6ªs feiras dê cada mês a CU2N junta os seus membros para discutirem, cantarem, ouvirem U2.

Parece esquisito mas o amor que temos á banda serve no fundo para também juntarem os fans e cementarem a amizade.

Este mês foi muito interessante por que tivemos entre nós o Webmaster da U2 Portugal que muitos ainda não tinham o prazer de conhecer e porque coincidia com a partida do Tour Bus para Espanha no sentido de aí presenciarem aos concertos de Barcelona e Madrid e depois directamente partirem para Lisboa onde a 14 de Agosto poderão ver a actuação no que será o ultimo concerto na Europa.

Espera-se uma grande actuação da banda, espera-se a melhor recepção da Europa aos U2.

A ver vamos.

VJ